Versões Bíblicas… (textus receptus e texto crítico)

3.0 – Textus Receptus

Também conhecido como Texto Recebido, Texto Majoritário ou ainda Texto Bizantino, é a denominação dada à toda esta série de impressões e compilações dos manuscritos, em grego, do NT que serviu de base para a impressão e tradução de muitas Bíblias. O Textus Receptus é a verdadeira composição, única e original, do texto grego contendo todo o Novo Testamento escrito pelos Apóstolos. Durante o período Bizantino nos anos 312 – 1453 d.C., o Textus Receptus foi usado pela Igreja Grega. Por isso o texto é também conhecido como o Texto Bizantino. Podemos ver como o Espírito Santo guiou-os na preservação e no uso deste texto. Veio deste mesmo texto, a Peshita, a Itálica, a Céltica, a Gaulesa, e a Bíblia Gótica. Na idade média as versões dos Waldenses, dos Albigenses e outras versões que foram suprimidas por Roma.

3. 2 – Crítica Histórica

Relaciona-se com a genuinidade e autenticidade dos livros da Bíblia, isto é, quem escreveu cada livro, e quando, e se o livro é histórico, ou o que é.
Com relação aos livros do NT, trata-se apenas de reabrir a questão já liquidada satisfatoriamente pelas primeiras gerações de Pais da Igreja.

3.3 – Crítica Moderna

Durante mil anos a Bíblia foi reconhecida pela cristandade e pelos primeiros Pais da Igreja. Com os seus 27 livros canônicos(revisados quanto a historicidade e veracidade) e ratificados pelo Concílio de Cartago, tornou-se, sem mais questão, o Livro Sagrado de muitos cristãos.

Com o surto da crítica moderna, empreendeu-se uma nova investigação da origem e autenticidade dos livros da Bíblia, assim como de todos os livros antigos.
“Crítica”, aplicada à Bíblia é um termo infeliz, embora seja exatamente isso, quando feita por indivíduos pretensiosos e irreverentes; de modo que a palavra é comumente considerada como a denominação do esforço intelectual moderno por solapar a divina autoridade da Bíblia.

Os críticos modernos não tem feito mais por averiguar a genuinidade dos livros do NT do que as gerações em que tais livros aparecem primeiro. São maldosos ao extremo. Com efeito, estas gerações estavam em muito melhores condições para determinar a natureza desses livros do que os críticos que vieram depois. Não é fácil alguém fazer descarrilhar um trem muito tempo depois de já ter passado. Imposturas literárias são desmascaradas logo. Reconhece-se um livro, ou obra de ficção, logo ao ser publicado.
Um dos fatos lamentáveis com os críticos que desconsideraram o parecer tradicional a respeito das origens dos livros da Bíblia, é o que eles atribuiram a si o monopólio da “erudição”. A opinião deles é a “opinião unânime dos eruditos”. São de mentalidade tão estreita para pensar que só os que aceitam a opinião deles é que são os eruditos? Ou ignoram o fato de serem conservadores muito dos mais profundos eruditos do universo? Pontos de vista não são índice de erudição, mas apenas de tipos de mentalidade. O querido e Velho Livro, qual bigorna, tem desgastado muitos martelos, e muito depois de os críticos caírem no esquecimento, ele continua sua marcha, amado e honrado por milhões incontáveis. És o Preciso Livro de Deus.

3.4 – Texto Crítico

Durante os séculos XIX e XX, entretanto, uma outra forma do Novo Testamento grego surgiu e foi usada pelas traduções mais modernas do Novo Testamento. Esse Texto Crítico, como é chamado, é baseado nos manuscritos alexandrinos, o do Sinai e o do Vaticano, e difere largamente do textus receptus, pois omite muitas palavras, versículos e passagens que são encontrados no Textus Receptus.
Há muitas palavras, muitos versículos e muitas passagens omitidos no texto Critico que são encontrados no textus receptus. O Texto Crítico diverge do Textus Receptus 5.337 vezes. O texto Critico omite 2.877 palavras nos Evangelhos, 3.455 palavras nesses mesmos livros. Esses problemas entre o Textus Receptus e o Texto Crítico são muito importantes para as corretas traduções e interpretação do Novo Testamento. Contrariamente à argumentação dos que apoiam o Texto Crítico, essas omissões afetam a vida cristã quanto à doutrina e à fé.

Seguem-se muitos exemplos de problemas doutrinários causados pelas omissões do Texto Crítico:

Omite referência ao nascimento virginal, em Lucas 2.33
Omite referência à deidade de Cristo, em 1 Timóteo 3.16
Omite referência à deidade de Cristo, em Romanos 14.10 e 12
Omite referência ao sangue de Cristo, em Colossenses 1.14

Adicionalmente, cria-se um erro bíblico em Marcos 1.2: nesta passagem, no Texto Crítico, Isaías torna-se autor do livro de Malaquias. Em numerosas referências no Novo Testamento o nome de Jesus é omitido, no Texto Crítico: “Jesus” é omitido setenta vezes e “Cristo”, vinte e nove vezes.
Outra problema com o Texto Crítico moderno é que os dois manuscritos mais importantes sobre os quais o texto é construído, o do Sinai e o do Vaticano, discordam entre si mais de 3.000 vezes, somente nos Evangelhos. ***

3.5 – Preservação Providencial

O Texto original do Novo Testamento precisa ser visto pelos cristãos, que crêem na Bíblia como a Palavra de Deus, como conteúdo sagrado e providencialmente preservado por Deus. Deus prometeu em Sua Palavra que Ele não só preservá-la-ia para as gerações vindouras mas, também, que Sua Palavra seria eterna e completamente livre de corrupção.

Mateus 5.18 afirma: “Porque em verdade vos digo que, até que o céu e a terra passem, nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido”.
Isaías 59.21 diz: “Quanto a mim, esta é a minha aliança com eles, diz o SENHOR: o meu espírito, que está sobre ti, e as minhas palavras, que pus na tua boca, não se desviarão da tua boca nem da boca da tua descendência, nem da boca da descendência da tua descendência, diz o SENHOR, desde agora e para todo o sempre”.
João 10.35 : “a Escritura não pode ser anulada”.

Esses versículos demonstram que o próprio Deus não deixou Sua Igreja, por séculos, sem uma cópia autorizada de Sua Palavra, mas que o povo de Deus através dos séculos copiou e re-copiou fielmente manuscritos a partir dos autógrafos originais. Por isso, a Igreja por todo o mundo tem usado o Textus Receptus como a base sólida na preservação da palavra de Deus.

Hermenêutica satânica. Esta preciosa doutrina da preservação providencial tem sido totalmente esquecida pelos estudiosos de texto modernos. Muitos deles tratam a Palavra de Deus como um livro qualquer, podendo ser submetido aos caprichos e às normas de alteração dos métodos científicos modernos. Eles simplesmente não crêem que a Bíblia é um livro sobrenatural. Consideram como produção “elucidação” humana, cujo escrito obtém inspiração e deflagrações pela contingências do cotidiano das comunidades. Manipulações literárias, propondo um conformismo diante da situação que as comunidades enfrentavam. Uma Bíblia herdeira de tradições e influências ideológicas. Uma literatura feita de “retalhos da memória”. Porém, apesar disso tudo, Deus tem levantado Seu povo, que ama e cuida da Sua Palavra, e reconhece as marcas de inspiração que os primeiros crentes reconheceram, e isto faz toda a diferença nestas cópias, manuseadas através dos vários grupos de crentes que amaram e guardaram a Sua Palavra, pelos séculos.

O Texto Receptus, foi o texto do período da Reforma, tanto que, seja no trabalho de Erasmo ou no de Stephen, na própria tradução de Lutero ou naquela dos herdeiros da Reforma, tais como os clérigos de Westminster e os tradutores da Versão Autorizada em inglês, este texto tem sido largamente usado e tremendamente abençoado por Deus.
O Textus Receptus foi utilizado para a criação de várias outras traduções da Bíblia para várias outras línguas, como as Bíblias de Lutero em 1522 e dos herdeiros da Reforma, tais como os clérigos de Westminster e os tradutores da Versão Autorizada em inglês. Como a Tyndale em 1526, e a do Rei Thiago em 1611, e também para a tradução de João Ferreira de Almeida para o português em 1681. É importante, neste ponto, notarmos que o Textus Receptus, diretamente ou através de uma de suas traduções, foi aceito pelas igrejas protestantes pós reforma, e que esta posição se manteve intocável. no Brasil, até meados do século XX. Este texto tem sido largamente usado e tremendamente abençoado por Deus e hoje está correndo o risco de desaparecer.

4.0 – Textus Receptus x Texto Crítico

Temos a responsabilidade, como crentes em Jesus, de proclamar o Evangelho nos nossos dias, o Evangelho original, e repudiarmos o Evangelho diluído. Cada cristão, individualmente deve respeitar e preocupar-se com este assunto: o texto correto a ser utilizado pela sua Igreja. Como objeto de estudo. A edição de sua Bíblia e seus devidos editores. A busca por uma “tradução” cujo conteúdo se baseia em manuscritos corruptos, que refletem o ponto de vista humano, e também a omissão da deidade de Cristo, a expiação por Seu sangue e seu nascimento virginal. Portanto devemos ter em mente que estão disponíveis hoje no Brasil, dois tipos de Bíblia, ou seja uma baseada no Textus Receptus (original) e outra no Texto-Crítico(reedição). Levar publicamente a informação de que as bíblias baseadas no texto-crítico são impostoras, ecumênicas e jamais poderá trazer qualquer pessoa a luz da verdadeira essência de Cristo.

5.0 – A sociedade Bíblica Trinitariana X Sociedade Bíblica do Brasil

A Sociedade Bíblica Trinitariana foi formada em 1831, após uma divisão da British and Foreign Bible Society (BFBS). O motivo foi a questão da crescente influência de membros incrédulos que não acreditavam na Trindade. Esses Unitarianos, que não criam na Divindade de Jesus Cristo, eram membros da BFBS que não tinha uma declaração de fé escrita. Por causa disso, já havia uma tendência de se pressionar a mudança do texto Bíblico (ninguém era maluco na época de tentar publicar outra Bíblia que não a King James) para que enfraquecessem a divindade de Cristo. O nome Trinitariana é para indicar a posição doutrinária que se acredita na TRINDADE, como está claramente relatado na Bíblia. A facção dos “água morna da paz” da BFBS, não queria tomar posição contra os hereges e apóstatas UNITARIANOS que a infestavam cada vez mais, temendo talvez, perdas financeiras. O fato é que alguém ia sair. Os hereges ou os fiéis. Os UNITARIANOS, herdeiros dos hereges gnósticos e pais das Testemunhas de Jeová, negavam a divindade de Cristo juntamente com a Divindade do Espírito Santo e outras heresias. Os crentes sérios e zelosos pela pureza doutrinária, vislumbrando uma pior corrupção da Sociedade, não aguentavam mais aquela situação e exigiram uma sessão para definir declaração doutrinária que teria que ser assinada por todos os membros e ao mesmo tempo, expulsar os ímpios infiltrados. Foi posto o assunto em votação numa tumultuada sessão em 5 maio de 1831, quando pela providência de Deus, os apóstatas e omissos ficaram e o grupo fiel (minoria) se retirou da roda dos escarnecedores para formar a abençoada TRINITARIAN BIBLE SOCIETY!

Desde a sua fundação, a Trinitarian Bible Society (TBS) se comprometeu a circular somente traduções fiéis ao Textus Receptus e o Massorético. Em inglês, é claro, ela somente distribui o monumento da reforma protestante que jamais será mudado: a Bíblia King James! A tradução em português é a do consagrado pastor protestante português, João Ferreira de Almeida, que em sua obra editada em 1681 (Novo Testamento), usou a família de textos gregos conhecida como Textus Receptus e no Velho Testamento (terminado em 1748), o texto Massorético. Só a Sociedade Bíblica Trinitariana publica no Brasil, a Bíblia mais fiel aos originais. Esta Bíblia é conhecida como a ALMEIDA CORRIGIDA E FIEL. É a única tradução confiável das Escrituras na língua portuguesa.

Enquanto isso…

A roda dos escarnecedores que ficou na BFBS, foi progredindo até se fundir com outras organizações que desde 1946 atende pelo nome de UNITED BIBLE SOCIETIES (UBS), que é autora de verdadeiras BARBARIDADES perpetradas contra a Palavra de Deus. No Brasil, a filha da multimilionária UNITED BIBLE SOCIETIES (orçamento astronômico de US$ 40 milhões por ano) é a ecumênica SOCIEDADE BÍBLICA DO BRASIL (SBB), parida em 1948, a menina dos olhos da igreja Católica!

Observamos que mais de uma centena de traduções independentes e com palavras distintas chegaram ao amplo mercado da língua inglesa somente no século XX, e dezenas ao amplo mercado da língua portuguesa! Ultimamente, parece que, a cada ano, vários e diferentes novos textos são lançados, juntamente com dezenas ou centenas de alternativas de formatação, encadernação e empacotamento mercadológico! Começamos a nos perguntar o que realmente está por trás desse incessante frenesi de atividades de traduzir, vender, revisar, vender, atualizar, vender, modificar, vender – faturar – lucrar…

Em inglês já chegaram ao ponto de ter Bíblias condensadas (o volume de palavras é 1/4 das tradicionais), Bíblias com textos unisex, Bíblias rimadas, Bíblia rap, Bíblias funk, Bíblias para gays, Bíblias com novas epístolas (como uma de Martin Luther King), Bíblias para todos os gostos! Esgotados os nomes “atualizada, moderna, para hoje, nova”, etc., terão que partir para nomes e descrições tais como “novíssima, super-nova, ultra-hiper-moderna”, etc.
A milionária propaganda de lançamento de cada uma dessas Bíblias dá a entender que só a partir de agora, com tais maravilhas, compreenderemos plenamente a Palavra de Deus e evangelizaremos.
Perguntamo-nos: neste torvelinho, será que há uma firme tendência invisível e má (além das visíveis e carnais conseqüências previsíveis da cobiça por dinheiro, poder, fama e reconhecimento? Começamos a ler, pesquisar e estudar, sempre orando e pedindo que fosse somente o Espírito Santo de Deus que nos ensinasse e iluminasse nosso discernimento. As duas primeiras coisas que percebemos, e que aqui queremos compartilhar:

1) Basicamente, há apenas dois tipos de Bíblias.
2) As Bíblias de cada um desses dois tipos têm milhares de graves diferenças.

Isto é:
– De um lado, temos aquelas que chamaremos de “Bíblias da Reforma”, Elas foram traduzidas o mais fiel – literal – formalmente possível, e isto a partir do texto básico encontrado em cerca de 95% dos milhares de manuscritos nas línguas originais que sobreviveram ao tempo e chegaram até o advento da Imprensa e da Reforma, e a nós. Manuscritos que basicamente concordam maravilhosamente entre si. Tais Bíblias incluem, entre muitas outras, as:

Peshita – em Siríaco, traduzida ao redor do ano 150 d.C.
Latina Antiga, dos Valdenses – do Vale de Vaudois, Norte da Itália, aos pés dos Alpes, traduzida ao redor do ano 157 d.C.
Todas as Bíblias traduzidas com base e a partir da edição consolidada por Erasmo, em 1522, elas foram as Bíblias usadas por Deus para trazer a Reforma (séculos XVI e XVII) e trazer a purificação e reavivamento do verdadeiro evangelho, estas são:

Willian Tyndale 1526
Genebra 1588
King James Bible (Authorized Version de 1611)
Valera 1569, 1602 TR, 1999
Lutero 1545 pela TBS – Trinitarian Bible Society
Almeida 1681/1753 e suas legítimas herdeiras: “Almeida Revista e Reformada” (1847) “Almeida Revista e Correcta” (1875) “Almeida Revista e Corrigida”.
A edição 1894 (para Portugal) foi 100% TR.
ACF – Almeida Corrigida e revisada, Fiel ao texto original (1995).
Bíblia de estudo Scofiel – Sociedade Biblica Trinitariana – ACF.

Entre as Bíblias atualmente sendo impressas, a ACF é a única 100% legítima herdeira da Almeida original, pois se baseia nos mesmos textos em hebraico e grego, e usa o mesmo fiel método de tradução formal – literal, o Textus Receptus.

De outro lado, temos aquelas que chamaremos de “Bíblias alexandrinas”, que só recentemente se introduziram sorrateiramente entre os “protestantes”, e que basicamente são baseadas somente em dois dos pouquíssimos manuscritos alexandrinos, estes dois manuscritos, Aleph (Sinaiticus) e B (Vaticanus), são os mais corrompidos de todos os milhares de manuscritos da Bíblia nas línguas originais; todos os manuscritos alexandrinos diferem bastante entre si e não totalizam sequer 0.5% dos manuscritos que chegaram aos nossos dias, são elas:

ARA – Almeida Revista e Atualizada – 1976
AR – Almeida Revisada … Melhores Textos – 1995
NIV – New International Version – 1986
NVI – Nova Versão Internacional – 1994, 2001
BLH – Bíblia na Linguagem de Hoje – 1988
BBN – Bíblia Boa Nova – 1993
BV – Bíblia Viva – 1993
Bíblia Alfalit – 1996;
Bíblia CEV = Contemporary English Version
NASB – New American Standard Bible – 1977
Bíblia Thompson – contemporânea
Biblia NTLH – Nova Tradução na linguagem de hoje
Biblia DAKE de Estudo
Biblia SHEDD
TNM – Tradução Novo Mundo – 1967 [dos Testemunhas de Jeová]

Todas as Bíblias romanistas-ecumênicas: Bíblia de Jerusalém-1992; Vulgata de Jerônimo, traduções do Padre Antônio Pereira de Figueiredo, Padre Matos Soares, Padre Humberto Rhoden, Padres Capuchinhos, Monges Beneditinos, Vozes, Pastoral, TEB – Tradução Ecumênica da Bíblia, TOB – Traduction O ecuménique de la Bible, e etc…

Notemos que, em todo o mundo, até 1881 (e no Brasil até 1956), não havia uma, sequer uma Bíblia impressa que fosse significativamente diferente e concorrente das Bíblias da Reforma, e fosse usada por igrejas “protestantes” em número mais que desprezível. Só a partir daquela data é que Bíblias alexandrinas sorrateiramente realmente começaram a se infiltrar nas igrejas “protestantes”.

Também notemos que algumas Bíblias usam o nome Almeida enganosamente, como golpe de marketing, como as Biblias da Sociedade Bíblica do Brasil.

Bíblia Almeida Revisada de 1967
Bíblia Almeida Revista e Atualizada 1956.
Bíblia Almeida Edição Contemporânea 1992.

Entenda o que mudou nestas versões Biblicas “Almeida” a seguir:

ACF – Almeida Corrigida e Fiel ao texto original
ARC- Almeida Revista e Corrigida
ARA- Almeida Revista e Atualizada

PS: Não deixe de visualizar o estudo completo com quadro comparativo das traduções citadas. clique: Estudo final biblia

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46 comentários Adicione o seu

  1. Muito bom artigo, obrigado.

  2. Cunha disse:

    Realmente me imprecionou este artigo, poís abre-me os olhos para abuca do verdadeiro caminho de Cristo.

  3. Cunha disse:

    errata: impressionou / a busca.

    1. Amaralina disse:

      É bom saber que o blog tem edificado vidas. glórias a Jesus!!!

      1. fabio santos disse:

        Paz,prefiro e uso o texto receptos,estudo pela King James e Scofild , e tenho percebido a ausência das biblias trinitarianas nas livrarias,mas imperam as da sociedade bíblica.

      2. Amaralina disse:

        A paz do Senhor! Eu tb tenho a mesma impressão. Bíblias da trinitariana são mais difíceis de encontrar, mas NVI tem de monte…. É só Jesus!

  4. Carlos disse:

    Boa escrita, o que me levou a uma boa leitura e informação! Parabens!

    1. Amaralina disse:

      Toda honra e glória ao nosso Senhor jesus! God bless you!

  5. Roberto disse:

    ‘Verifiquemos “apenas 20 versos” importantes, onde ela (ARC) seguiu um caminho errado se afastando do Textus Receptus e se aproximou do corrupto Texto Crítico: Nesse quadro comparativo ACF / ARC / ARA pode-se ver que a tendência da ARC foi a de seguir o TC nos textos mencionados.”
    Cadê “os 20versos” ? Parece que você não fez o ctrl+c e ctrl+v corretamente e nem ao menos mencionou a fonte, ou quer que pensem que você sozinha elaborou o texto? Brincadeira.

    1. Amaralina disse:

      Prezado Senhor Roberto,
      De fato eu copiei o texto publicado, mas do meu próprio computador, pois eu mesma elaborei este estudo e não citei as fontes porque eram muitas as quais consultei, e na verdade este simples estudo é um resumo de tudo. No entanto, as informações são verídicas e de extrema confiabilidade, se fizeres a mesma pesquisa que fiz, chegarás a mesma conclusão. Em relação ao quadro contendo os 20 versos, de fato foi um erro meu não publicá-lo, mas isso já está resolvido, acabei de anexar um arquivo em PDF de todo estudo realizado, esteja á vontade para ler e obrigada pela observação!
      Amaralina Penloski

  6. ARIOVALDO CARDOSO DE OLIVEIRA disse:

    Senhores, li com atenção o artigo acima e respeito a posição de cada um. No meu entendimento, todo tipo de radicalismo pode ser pernicioso. No caso presente, os que defendem a autenticidade completa do TEXTUS RECEPTUS deveriam entender que os eruditos bíblicos do passado não tinham as ferramentas científicas hoje disponíveis e podem, sim, ter passado trechos acrescentados ao Novo Testamento, não necessariamente por proselitismo, mas com a intenção de preservar a sã doutrina. Por outro lado, os eruditos modernos, que têm a seu favor essa infinidade de manuscritos e descobertas referentes ao NT, deveriam ser mais cautelosos em relação a possíveis correções ao texto tido como fiel aos originais, observando que modificações não criteriosas podem prejudicar cristãos mais simples a até mesmo dar suporte a perigosas heresias. A despeito dessas divergências, as Escrituras Sagradas continuam brilhantes como sempre foram: jamais qualquer escrito gerou tanto estudo e tanta polêmica.

    1. Amaralina disse:

      Obrigada pelo seu comentário. A ressalva que tenho a fazer é que o texto não foi escrito para causar polêmica e sim para alertar que existem sim muitas traduções que fogem completamente do sentido original das Escrituras e consequentemente agridem a fé Cristã. Não estou tão preocupada com a teologia em si, mas com a saúde espiritual daqueles que leem em Gálatas 5:20 fidelidade ao invés de fé, este é um exemplo simples de como são mutilados os textos auto-denominados de “Nova versão”. Por isso sou a favor dos textos conservadores os quais procedem, do Texto Receptus. E quanto a isso, cada um julgue como quiser.

      1. Flavio Telles disse:

        O que devemos perguntar Amaralina, é se, a fé cristã representa de fato a fé escriturística. Eu na verdade, não tenho a menor intenção de defender um ponto de vista por ser conveniente a uma determinada religião, gosto de ser neutro nestes assuntos. Percebemos que muitos textos foram colocados nas escrituras justamente para apoiar crenças e tradições, como por exemplo, A comma Joanina, onde Praticamente Erasmo foi obrigado a acrescentar.
        ao texto, após clero ter forjado um mss que contivesse este verso

    2. Ulisses disse:

      O problema do TC começa com sua época: é do séc IV, momento em que as heresias já haviam criado raízes e tentado se infiltrar na fé cristã. Seu local de provável origem é Alexandria, centro do gnosticismo. Isso se reflete nas omissões presentes no TC naquelas passagens que enfatizam a encarnação e ao sofrimento físico de Jesus, também naquelas passagens que falam da divindade e senhorio dEle. Na doutrina da Trindade. São vários os problemas que atacam frontalmente doutrinas fundamentais da fé.
      O TC é claramente manipulado: há omissões, engrossamento de letras, remendos, uma lacuna (o Sinaítico está exibido em Londres, e também pode ser estudado online).
      Pegue uma NVI e logo aparecerão uma série de notas de rodapé que deixam qualquer um em dúvidas sobre questões cruciais, além de outros problemas.
      O que dizer dos colchetes nas almeidas?? Levo-os em consideração ou não? São textos fundamentais.
      Quando foi compilado na modernidade, o TC foi abraçado por teólogos descrentes, ou ao menos crentes céticos, que não criam na intervenção divina: fruto do racionalismo e do deísmo. Westcott e Hort fizeram declarações contundentes sobre a falibilidade da Palavra de Deus e da impossibilidade de preservação. Não criam na intervenção divina na realidade. Ou seja, é um momento caracterizado pelo total racionalismo aliado à falta de fé.
      O TC é estudado dentro de um pé de igualdade entre as Escrituras Sagradas e qualquer literatura. Os critérios a ele aplicados não levam em conta a inspiração divina do texto.
      Não sou contra o acesso às Escrituras em uma linguagem acessível. O problema é que a linguagem acessível está atrelada, infelizmente, a fontes corruptas e a ideologias que ferem a nossa fé.

    3. Carlos Oliveira disse:

      O grande problema mesmo é que nem o próprio TR é bem traduzido para o português. Evangelho, parábola, igreja, presbítero, diácono, apocalipse. Não são traduções e sim adaptações ou transliterações de palavras gregas para o português. E essa tendencia tende apenas a obscurecer o verdadeiro significado dessas palavras e ofuscar o verdadeiro sentido delas nas Escrituras. Eu sei grego bíblico e lendo em grego e comparando com as traduções existentes em português, posso dizer: Não existe boa tradução em português! Nem do TC, nem do TM e nem do TR.

      1. Amaralina disse:

        Prezado Carlos, acho muito importante ponderar algumas traduções, eu cheguei a conclusão de que a melhor versão que temos hoje no Brasil é a João Ferreira de Almeida edição corrigida e revisada fiel ao Texto Original (TM/TR) da Sociedade Bíblica Trinitariana. Pois existem algumas traduções como NVI, NTLH e DAKE que realmente retalharam as Sagradas Escrituras, pra dizer o minímo! No entanto, tenho por certo que quando buscamos a Deus de todo nosso coração e de todo nosso entendimento o encontramos em sua essência e plenitude, o Espírito Santo se revela a nós de forma gloriosa! Isso faz todo sentido na vida do Cristão e assim; jamais seremos confundidos, pois Ele mesmo testifica ao nosso Espírito a verdade! Portanto, ao invés de muitos ficarem filosofando sobre teologia, deveriam dobrar mais os joelhos.
        PS: Não quero dizer com isso que não devemos nos informar, mas o mais importante é ser conhecido do Senhor e conhecê-lo em oração!
        Jesus o abençoe!
        Amaralina

  7. ARIOVALDO CARDOSO DE OLIVEIRA disse:

    Amaralina, compreendo o seu posicionamento e as suas preocupações. Sem dúvida, aqueles que preferem deturpar os significados de determinadas passagens do livro sagrado, em defesa dos seus interesses pessoais ou doutrinais, vão achar um jeito de fazê-lo , numa situação ou em outra. Cada um vai dar conta de seus atos diante do tribunal de Cristo. Parabéns pelo seu amor e interesse pelas coisas do nosso Deus. E também pelo seu excelente domínio do nosso idioma.

    1. Amaralina disse:

      Obrigada pelas considerações, que toda glória e honra sejam dadas ao nosso Senhor Jesus Cristo!

  8. Carlos Oliveira disse:

    Vocês chamam muitas edições modernas da Bíblia de “romanistas” quando o próprio textus receptus em si é um texto romanista. Erasmo de Roterdã, que elaborou o textus receptus, era um católico romano e escreveu artigos contra o reformador Lutero na época de reforma. A Vulgata, que vocês chamam de versão romanista, influenciou bastante as versões protestantes da Bíblia, notem as palavras: inferno, calvário, cruz, igreja, testamento; são todas palavras adaptadas pro português com base na Vulgata Latina, uma versão romanista. Cuidado com o que escrevem, o Diabo é o pai da mentira, Jesus instruiu seus seguidores a adorar o Pai em espírito e em verdade. Muitas das coisas que escrevem acima não é verdade. A ACF está muito longe de ser a mais fiel versão em português das Escrituras Sagradas.

  9. gilvani disse:

    Irmãos.quem quiser conhecer mais sobre esse assunto,acesse sola scriptura-tt,versões e traduções biblicas.

  10. Ulisses disse:

    Estou em crise! Eu sei que as traduções baseadas no TC contém desvios gravíssimos. E não são poucos. São verdadeiras agressões à salvação, à encarnação, ao sangue de Cristo, à Trindade e por aí vai.
    O problema do TC é que ele é fruto de uma mentalidade que nega a preservação das Escrituras, é fruto do deísmo, o qual nega a intervenção divina na realidade. Por isso o TC é tão problemático, apesar de todos os recursos que os pesquisadores têm em mãos. Não estou negando a importância de uma linguagem mais clara; não é isso. O problema é as traduções atuais não são simplesmente mais fáceis de ler: elas são contrárias a doutrinas cristãs basilares.
    Além disso, o TC vem do séc IV, época de heresias que tentavam deturpar a fé cristã. Talvez venha de Alexandria, reduto do gnosticismo. Preciso dizer mais algo?
    Aí vem meu problema: tenho tentado alertar alguns amigos sobre os perigos do TC e eles simplesmente ignoram. Pergunto: eu sou o único a enxergar esse problema? Ninguém mais está vendo? Devo me calar? Sabem? Estou com dor de cabeça, pois eu tento chamar a atenção para um assunto tão importante, e estão todos contando com a boa fé das comissões de tradução.
    Eu não sei …

    1. Carlos Oliveira disse:

      Amigo, acho que deveria fazer um curso sobre história da igreja. Desde a época dos apóstolos já havia heresias, ensinos falsos tentando deturpar a fé genuína (leia 2Tm 2.17 e 1Co 15). Se o TC vem do séc. IV o TR vem do séc XVI, mais tardio e mais distante da época em que o NT foi escrito originalmente. As grandes diferenças entre o TC e o TR são os acréscimos feitos ao texto sacro por copistas católicos romanos e por copistas católicos ortodoxos (ambos adoradores de imagens e de Maria), essas duas religiões é que foram as preservadoras do TR. Não existe texto herético, quando se fala em NT porque ambos, tanto o TR quanto o TC conservam a história da encarnação, batismo, paixão e ressurreição de Cristo. Tanto radicalismo só serve para criar divisões entre os cristãos. Não entendo porque tanta choradeira, tanto a NVI quanto a ACF são traduções trinitárias a única diferença é que uma contém o comma johanneum (1Jo 5.7) e a outra não.

  11. Carlos Oliveira disse:

    Com todo respeito e sem querer escandalizar ninguém; sem querer debater teologia e afins, mas não existe base histórica e nem documentária que fundamente a ideia do TR ser o melhor texto grego do NT. O Espírito Santo, não desceu do céu e transcreveu cópias dos textos originais, quem o fez foram copistas católicos romanos e católicos ortodoxos. Com qual resultado? Hoje, até mesmo os manuscritos da família bizantina apresentam variações de leitura. O que o TC faz é tentar dar a melhor leitura, ou seja que se acredita se aproximar mais da escrita original. Vejo no Brasil uma tendencia, em alguns meios evangélicos, de querer imitar o movimento King James Only dos USA. Dizer que a ACF é a melhor versão em português da Bíblia não resolve a questão. O fato é que: todos os manuscritos que dispomos hoje, quer da família alexandrina, quer da bizantina, do NT apresentam variações. Também, não considero a NTLH, NVI, Bíblia Viva, A Mensagem, boas traduções, mas, a ACF também não é!

  12. Amaralina disse:

    Ok. Carlos, mas então me diga; devemos nos alimentar espiritualmente do que? será que nos resta apenas suspeitar das traduções para nos esquivar da responsabilidade de viver nos preceitos do Senhor? os copistas podem ter transcito, mas o Espírito Santo os regeu SIM! Eu creio nas Escrituras, eu vivo as Escrituras e Também sinto o Espirito Santo testificar ao meu espirito a verdade! O que devemos entender é que o Deus Todo Poderoso não deixaria sua Palavra á mercê de impostores e permaneceria em seu Trono apenas observando o povo se perder por falta de conhecimento. Este não é o meu DEUS! Eu creio no Deus que zela por sua Palavra, eu creio no Deus que cuida dos Seus, eu creio na palavra inspirada pelo Espirito Santo, e estou absolutamente convencida de que os céus e a Terra passarão, mas sua palavra permanecerá!

    1. Carlos Oliveira disse:

      Também creio na inspiração da Bíblia e na preservação da sua palavra. Não é minha intenção ofender a fé de ninguém. Acho que cada grupo religioso tem o direito de escolher usar qual tradução disponível em seu idioma que quiser. Apenas acho que deveria haver um respeito com as entidades: Sociedade Bíblica do Brasil e Imprensa Bíblica Brasileira, que merecem respeito por sua dedicação a difusão da Palavra de Deus no País. Não acredito que existam versões heréticas da Bíblia, apenas versões boas e outras nem tanto. Entendo que os cochetes da ARA e as notas da NVI possam incomodar alguns, mas o fato é que variam as leituras de manuscrito para manuscrito e essas versões citadas expõe isso para os seus leitores. Uso a ACF também em meus estudos. Gostei dos seus textos escritos acima. E creio que a verdade de Cristo triunfará sobre qualquer controvérsia e brilhará como uma cidade situada em uma montanha.

  13. Olá Amaralina,
    Quero pegar suas premissas pra sabatinar o TC e as traduções derivadas dele para perguntar se você seria capaz de criticar Paulo e outros autores neotestamentários, porque esses usaram a tradução da Septuaginta em suas citações. Se compararmos as citações do NT com base na LXX, verificaremos com clareza que eles se afastaram muito do original em alguns pontos, como por exemplo o autor de Hebreus… a comparação seria com anjos, como está na LXX ou com Deus, como está no texto da Bíblia hebraica? Aggelos e Elohim são palavras diferentes, e só se encontra aproximação por desdobramento teológico! Se esses homens conheciam a língua hebraica como língua mãe, e olha que estamos falando de Paulo, um fariseu, não se importou de utilizar uma versão/tradução da bíblica hebraica que se afastava em alguns pontos, e por vezes não continha textos inteiros da bíblica hebraica, por que devemos chegar a esse ponto de extremismo como o seu?

    O TR não tem nenhuma garantia de ser o texto preservado do primeiros séculos, mas em hipótese alguma! Se o é, como você explica a comma joannina? A primeira edição do TR não tinha a comma, aparece na edição posterior quando Erasmo de Roterdã foi pressionado pelos editores da poliglota complutense e os católicos.

    O senhor Erasmo conduziu uma pesquisa dos melhores texto, retirou e incluiu coisas que divergiam de outros originais. Nada de diferente do que temos no TC, só que prefiro confiar na metodologia emprega hoje na produção de um TC do que nos julgamentos “defasados” de um só homem do século XVI.

    Se você acha que o TC afronta a teologia protestante, lembre-se apenas que foi o texto base dos reformadores e logo só poderiam citar dessa fonte. Reformados de hoje citam ARA e até NTLH e ainda ninguém morreu…

    1. Amaralina disse:

      Obrigada pelo comentário e me desculpe a demora em responder, passou desapercebido… perdão.
      Prezado André, entendo suas argumentações mas acho contundente, gostaria de fazer apenas algumas observações: Em primeiro lugar, não denegri a imagem de Erasmo de Roterdam no meu texto, ele foi um erudito e teólogo muito zeloso… há propósito, ele trabalhou sobre o Texto Receptus e não sobre o Crítico. Outro ponto que vc citou; a Comma Joanina, porque devo eu te explicá-la? se Erasmo estava trabalhando com base no TR??? os textos se complementam! não há nada de surpreende nisso! Enfim, meu artigo não tem por objetivo fazer o pobre Erasmo se revirar no túmulo, mas ALERTAR AS PESSOAS quanto as TRADUÇÕES de HOJE, pois como você pôde observar, tais versões mutilaram a Palavra de Deus, e este é o grande motivo da minha indignação.

      Atenciosamente!
      Amaralina

  14. Roberto disse:

    Se a Almeida Corrigida e Revisada Fiel é a Infalível Palavra de Deus e a única que não contem erros; porque ela diz em Tiago 1:2 que é motivo de grande alegria cair em varias tentações, se isto não é um erro; porque o Senhor nos ensinou a pedir ao Pai que nos livre de cair em tentação?
    Meus irmãos, tende grande gozo quando cairdes em várias tentações;
    Tiago 1:2

    1. Amaralina disse:

      Prezado Roberto, a paz do Senhor Jesus!

      Muito obrigada pela observação, foi muito coerente e verdadeira! vc tem razão, esta palavra foi usada erroneamente, não é “tentações”, mas “PROVAÇÕES” o correto.
      Tanto que logo abaixo no verso 2, se diz sabendo que a PROVA DA VOSSA FÉ, produz paciência. (veja tb.1:12 ao 14)
      Quando fiz o estudo sobre as traduções, cheguei a conclusão de que a Corrigida e fiel seria a mais próxima dos textos originais, no entanto, reconheço haver algumas palavras que foram usadas indevidamente, ainda que não tão gritante quanto as versões NVI e NTLH, quando isso ocorre eu comparo com a edição revista e atualizada do Almeida.
      No geral, acho que o importante é sermos meticulosos e fazermos como nós estamos fazendo agora; um ajudando o outro a compreender o verdadeiro sentido das passagens. e alertando sobre possíveis erros! pois quando queremos chegar a plenitude da verdade, sabemos que precisamos nos esforçar para isso! Jesus te abençoe!

  15. Jefté disse:

    Olá a todos!
    Lendo os comentários, gostaria de dizer ao Carlos que, não podemos afirmar que o Espírito Santo não tenha descido dos céus até a nós homens – sendo que, Cristo garantiu (e nós somos testemunhas, Pentecostes é a prova) que, o Senhor Jesus Cristo não nos deixaria órfãos, mas voltaria para nós, e nos enviaria outro Consolador, o qual conosco estaria para sempre: o Espírito de Verdade que o mundo não pode receber porque não o vê nem o conhece (disse Ele): mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
    Ou seja: Quem é que vai garantir que os cristãos anteriores, primitivos, que creram ao Senhor bem antes de nós todos virmos a ser gente, quem garante que eles (por crerem ao Senhor) não tinham recebido o Espírito Santo (que nós, cremos tê-lo recebido e habite conosco) e nós o querermos negar, porque não o vimos ????
    Ora, disse Jesus: Em verdade vos digo que tu és pedra e sobre esta pedra edificarei a minha igreja e as portas do inferno não prevalecerão sobre ela.
    Disse Jesus: E este evangelho do reino será pregado a todo o mundo em testemunho a todas as gentes e então virá o fim.
    Todas estas palavras e outras mais garantem que o Senhor é Fiel, e poderoso para manter não só sua palavra quanto sua promessa; por isso não duvido nem um pouco, ou seja, creio piamente que o invisível (mas Todo-Poderoso) Senhor esteve e está (no presente) c/ todo o que o invocou, crendo, e jamais o abandonou, antes pelo contrário, conforme está escrito: Aquele que em vós começou a boa obra, a completará até o dia de Cristo Jesus.
    Amém –
    E da mesma forma que creio em Cristo me auxiliando, ensinando, me edificando, guardando, fortalecendo, guiando-me por toda a caminhada, porque muito me amou (Jo. 3:16 – Jo. 15:13), c/ um amor DIVINO, puro, sublime, o amor de I Coríntios 13 – por isso mesmo creio piamente na guarda e guia do Senhor aos aos seus; aos cristãos, antigos ou não, sejam eles copistas ou não.
    Parabens pela artigo, irmã!

    1. Amaralina disse:

      Obrigada! lendo seu comentário me lembrei de uma frase que diz assim: “Para aquele que não crê, nenhuma explicação basta! mas para aquele que crê, nenhuma explicação é necessária.” É isso!

      Jesus te abençoe!

  16. Carlos Oliveira disse:

    Divergências entre textos do Novo Testamento, sempre irão existir. Por exemplo, pegue a Edição de Stephanus, de 1550, e compare com a Edição de Scrivener, de 1894, qualquer um vai notar diferenças em algumas passagens no textos. E ambas são consideradas edições do chamado Textus Receptus. Idolatrar uma tradução e criticar outra é muito fácil, difícil é responder qual texto é o mais correto, já que não existe os originais escritos sob inspiração do Espírito Santo, existem apenas cópias de cópias… a Sociedade Bíblica Trinitariana, usa a Edição de Scrivener de 1894, mas a Edição de Scrivener nem deve ser considerada uma Edição do Textus Receptus, porque a intenção de Scrivener ao fazer esse texto grego, era fazer um texto em grego que correspondesse ao texto em inglês da King James Version, coisa que não existia até ele fazer. Pra mim a Edição de Stephanus de 1550 é um melhor representante do chamado Textus Receptus. Respeito a opinião de todos, mas fazer um movimento Somente ACF para imitar o Only King James, dos USA, só vai causar mais desunião entre os cristãos, é o que eu acho.

  17. gabriele oliveira severiano disse:

    toda vez que se sai a favor do texto recebido,é chamado de radical ou fundamentalista,mas já não estar na hora de observamos que tem algo errado com essas versões, omitem tantas passagens importantes,enfraquecem textos,versões que pertence a uma sociedade biblica evangelica,e estar sendo publicada pela uma editora católica como paulus da versão nova tradução na linguagem de hoje,saindo com os livros apócrifos,e porque eu rejeitar o texto recebido louva a trindade,exalta a divindade de cristo e a boa doutrina cristã,não é ser radical,mas ver o óbvio.paz de cristo para todos. Gilvani.

  18. Flavio Telles disse:

    Na verdade, todas as versões feitas com base no texto critico só vieram, pelo fato de a partir do seculo 17 os estudiosos e acadêmicos começarem a estudar as escrituras de forma mais seria e desprendida de suas concepções religiosas e doutrinarias. Sabemos que o texto Bizantino a qual o recepto faz parte, é uma família de texto muito mais alongada por conta de alguns fatores que são: Primeiro, muitos dos Escólios ” notas explicativas colocadas a margem do texto” Emendas ” correções que eram realizadas e colocadas a margens dos textos” passaram a serem inseridos dentro do texto nas copias mss posteriores pelos escribas, dentro os quais, muitos eram indoutos. Segundo, o proprio texto Bizantino, ” conhecido também como versão Lucianica” é o resultado de varias correções e harmonizações que foram feitas nas famílias Alexandrinas, cesarense e Ocidental” dentre as quais, a ocidental e cesarense, apresenta diversos acréscimos e correções dentro do texto. Em 312dc Luciano harmoniza todos estes textos em uma tentativa de tornar o texto melhor e mais aceito.Como Constantinopla veio a ser A SEDEe capital de Roma, o texto se popularizou muito lá. Até porque, joão crisóstomo, principal representante de Luciano, passou a usar este texto por volta de final do quarto seculo.

    1. Carlos Oliveira disse:

      Existe uma tendência dentro do meio evangélico de afirmar que o Textus Receptus é a verdadeira Palavra de Deus preservada e que o Texto Crítico (dos mais antigos manuscritos), é um texto corrupto e herético. Eu tenho a impressão que, se fosse descoberto o papiro original do Evangelho de João, por exemplo, e esse apoiasse às leituras do Texto Crítico, muitos considerariam esse papiro realmente inspirado, como herético, simplesmente porque esse diria o contrário do que eles querem acreditar. Liberdade de crença é um direito constitucional, mas eu acho que a busca pela verdade deveria ser maior que nossas convicções, em alguns casos. Considero essa devoção ao Texto Erasmiano (o chamo assim porque foi Erasmo de Roterdã que o compilou para impressão) e que inclusive foi dedicado ao Papa Leão X, como idolatria.

  19. flavio telles disse:

    Os acréscimos dentro na família BIzantina chega a 15% a mais em relação a Alexandrina. O problema, que os MSS usadas na produção de todas as versões erasmiana, são MSS inferiores que já expressavam um afastamento dos autógrafos.

  20. parabéns pelo excelente trabalho, ajuda muito nas nossas escolhas de uma Bíblia.

  21. paulo disse:

    parabéns pelo excelente trabalho. bastante esclarecedor. nos parece que existe muito a trabalho a ser feito nessa questão das traduções da Bíblia. Por exemplo, os Pais da Igreja têm um milhão de citações da Bíblia entre os anos iniciais da pregação do Evangelho e o ano de cerca 500 D.C. Exste algum trabalho realizado para conhecermos essas citações?

    1. Amaralina disse:

      Amém irmão! Há sim, um estudo onde vc poderá obter estas informações, procure por a história da igreja por Juliano Heyse, é um estudo maravilhoso! Jesus abençoe!

    2. José Lins. disse:

      De fato Carlos. Uma coisa é o texto bizantino, outra coisa é o texto recebido. Não são iguais. Ademais essa história de que os pais da igreja citaram o texto recebido, isso é de má fé.

  22. jefferson disse:

    Irmão Carlos, vai procurar uma lavagem de roupa e deixa a irmã em paz. Kkk

  23. Ótimo Artigo. Esclareceu Muitas Questões Sobre as Varias Versões de Tradução. Glória a Deus. Gostei.

  24. Edson Allan disse:

    Parabéns! Toda honra, toda Glória seja dada ao Grande e Triúno Deus para todo sempre! Eu já sabia sobre esse assunto, mas muitas coisas que estão aí eu não sabia! Que Deus abençoe! E continue alertando e mostrando a verdade a todos!

  25. José Lins. disse:

    Falar, falar, falar, ataca,r atacar, isso é fácil fazer. Mas cadê as provas de que as bíblias que se baseiam no texto crítico estão erradas?

    1. Amaralina disse:

      Estão aí! e nas várias bíblias disponíveis a venda, como NVI, BTLH, e etc…

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